image10

Fechando a Bienal Internacional do Ceará

Ultima apresentação do Intergaláctico no ano de 2019!

image11

Apresentação Gratuita!

Saiba mais

image12

Novas apresentações de Intergaláctico

Dias 23 e 30 de agosto às 19 horas no Porto Dragão.

Não tarda e já temos novas apresentações desse trabalho que promete muitas outras apresentações. Estamos confiantes!



Dias 23 e 30  de agosto de 2019

19 horas

Teatro Porto Dragão

Valor do ingresso: inteira 20,00 l meia 10,00




Saiba mais sobre a obra




image13

Inscrições Encerradas!

Carnaúba Floresce corporelacionalidade NOIS

Para nossa alegria as inscrições duraram 1 dia e já fecharam as vagas.


Gostaríamos de agradecer os inscritos, foi bem rápido, quando vimos já passava do numero de vagas muito!

outras ações vão vim e continuem ligados!!


Participando da residência está:


Monstra

Lara da Silva

Rafaelle Artof

Thamires Queiroz

Yna

Vit

Flor de Lis


Suplentes:


Manusuis

Jéssica Marilia

Luana Costa

Para acompanhar o processo siga @corporelacionalidade no Instagram

image14

Carnaúba Floresce Corporelacionalidade NOIS

 A fim de compartilhar dos processos e pesquisas do NOIS e explorar as perspectivas de espaço que se habita, o grupo Virtut e Carnaúba Cultural convida artistas de diversas linguagens interessados em composição para residirmos juntos durante o mês de julho.

Ao todo serão 7 vagas, as inscrições vão até o dia 30 ou quando o número de vagas for preenchido. Não haverá seleção, interessados se acheguem nesse projeto de férias de um mês. Vai ser intenso!



Mais informações na ficha de inscrição ou clicando no 'Saiba Mais' ao lado: 

https://forms.gle/EEMs2pWAanW1rYWm9


Sobre a residência

image15

Saiu 'Alheia', Clipe do cantor Igor Caracas

Sexta, dia 24 de maio de 2019, 00:00: O single e o clipe Alheia do cantor Igor Caracas estrelado por Maria Epinefrina está no mundo para quem quiser ver!  O clipe foi gravado nas falésias de Peroba e compõe seu primeiro disco solo, intitulado 'Cada Passo'.


   

Palavras sobre Alheia, música e clipe.
Igor Caracas, maio de 2019.


Alheia surgiu quando estávamos eu e Maria Ó na Praia do Lázaro, em Ubatuba.

Somos amigos há muito tempo e, dentre outros pontos, temos algo em comum, dois librianos com fortes tendências apaixonadas (por vezes platônicas).


Comecei a dedilhar o violão fazendo uma levada e Maria começou a falar do que estava vendo, toalha florida de mesa e cadeira de praia. Oriundos do elemento ar que somos, rapidamente passamos a imaginar coisas. Foi aí que nos veio à mente a imagem de uma mulher apaixonante vindo do mar, doce era. Tinha o corpo vermelho-terra e, alheia a tudo ao redor, pouco se importava com o nosso encantamento ao vê-la. Era só ela, toda si.

E de paixão em paixão, de uma a uma, chegamos a uma só, romântica entrega. 

Comecei a pensar no clipe de Alheia. Tinha que ser numa praia, claro. Mas que praia? Há muito sou do mar, cresci nas praias. Mas uma delas é mais especial que todas para mim. Por ir até lá desde os dez anos de idade, por ser lugar de diversos momentos importantes da minha vida e, principalmente, por ser uma paisagem totalmente alheia à Terra, por parecer outro planeta e me conectar ali com o resto do universo, escolhi a Praia da Peroba em Icapuí, no Ceará.


Dividi isso com a Clara Capelo e a Themis Memória, talentosas parceiras que dirigiram o clipe comigo. Além disso, Clara fez a fotografia especial, junto com o Tuan Fernandes. E a Themis fez o figurino mágico. 

Ambas também têm forte relação com essa praia, também se banham ali há muitos anos. Concluímos que seria só uma pessoa em cena, a tal Alheia. Themis Memória conta que “Quando conversávamos sobre traduzir a música alheia em filme, a imagem que me chegava era sempre a de uma dança, isso porque na minha intuição a dança é um dos estados que mais correspondem ao canto, ao som, à vibração e ao estado de entrega. A imagem seria então a de alguém alheio ao que não faz parte desse fluxo, que sente dentro de si a integração com o todo”.


Themis então me apresentou o trabalho da Maria Epinefrina, uma bailarina 

de expressão muito autêntica, de presença e movimentos que me encantaram. Quando vi uns vídeos dela se derretendo descendo escadas, bancos, imaginei logo isso nas falésias da Peroba e pirei! Fiquei feliz quando ela topou participar do clipe. 


Existe um ditado iorubá que diz “Exú matou um pássaro ontem com uma pedra que somente hoje atirou”. Isso fala do trânsito de Exú por entre os tempos, responsável por conexões extra-temporais, para ele não existe o limite do tempo. Quando fomos até a praia da Peroba e começamos a filmar a Maria Epinefrina dançando, senti o efeito vivo desse ditado. Era como se eu e a Maria Ó tivéssemos composto Alheia vendo a Maria Epinefrina dançar ali na Peroba, sozinha, naquela terra vermelha. Aí entendi que tudo estava como deveria estar, na mágica dos tempos, e agradeci profundamente por isso.

Filmamos em locações incríveis, nas bases e nos topos das falésias multicoloridas; numas locas entre uma e outra; em cima de pedras que desafiam o equilíbrio. Até no meio do mar, em cima de uma bancada de pedras durante a maré seca, e também embaixo d’água. E a Maria Epinefrina arrasou. Dançou, derreteu, se arrastou, brincou com a luz, o vento e as roupas em superfícies nada confortáveis como se estivesse em casa ou em outro planeta. Alheia a tudo.


Depois foi o trabalho de montar o clipe. Chamamos a Ana Francelino, parceira da Clara Capelo na Produtora Solta. Muito sagaz, Francelino entendeu tudo, parece que estava lá na praia com a gente. Nos apresentou um corte de forte diálogo entre os movimentos da Maria, a paisagem e a música (não só a letra, mas elementos do arranjo, coisa fina). Além de propor alguns efeitos de montagem de muito bom gosto. Me surpreendeu quando chegou com três luas no fim, capturou a onda interplanetária e brincou com isso. Ana Francelino conta que “na fotografia, no figurino e na performance, os elementos visuais se distanciam e são alheios a algo originado na Terra. Ao perceber isso e ao ver a imagem dela olhando pra lua, me inspirei em criar mais um elemento que trouxesse o aspecto extraterreno, multiplicando assim a lua em 3. A escolha do 3 é tanto pela letra da música repetir 3 vezes a palavra ‘uma’, como pelo fato de eu ser não-binária”.

 


image16

Laser Talk

Corpo, tecnologia, processos, discursos

Laser Talk é um evento que aconteceu na UNIFOR  - Universidade de Fortaleza. A edição de Maio de 2019 do LASER talks Fortaleza trouxe para  uma instigante   conversa um grupo de artistas, arquitetos e cientistas da computação que exploram em sua prática mecanismos tecnoculturais e políticos que moldam, quebram , re-combinam o complexo informacional que chamamos de corpo humano e influenciam a emergência de de expectativas e definições sobre gênero, beleza, perfeição, performance, funcionalidade, aprimoramento. Um exercício surrealista;

Maria Epinefrina e Humano foram convidados para falar do Intergaláctico e seu processo com corpo, dança e tecnologia. 


O evento contou ainda com a participação de: Luisa Paraguai artista e pesquisadora da PUCAMP, artista plástica Luiza Veras e Marjory Garcia artista e pesquisadora do CrossLAB.



 

Intergaláctico. Temporada 1

A data de estreia do Intergaláctico já está marcada.  A primeira apresentação será no dia 01 de maio de 2019, feriado do dia do trabalhador,  e seguirá apresentando nos dias 08,15 e 22 de maio no Teatro Dragão do Mar.


Intergaláctico é um espetáculo que se configura na interface entre dança e tecnologia. Trata-se de um trabalho em formato de solo dançado e dirigido pela bailarina Maria Epinefrina, criado juntamente com os artistas Humano, Tiego campos, Cozilo Vivos e David Leão com a orientação dramatúrgica de Armando Menicacci no laboratório de criação de dança 2018.2 da Escola Porto Iracema das Artes.


Informação do Serviço:


Nome: Intergaláctico

Quando: 01, 08, 15 e 22 de maio de 2019 (quartas feiras)

Onde: Teatro Dragão do Mar

Hora: 20h

Ingresso: 10 meia / 20 Inteira


Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do Teatro Dragão do Mar.

image17